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Para Sempre – A história de Kim e Kricket Carpenter

Então gente...
Hoje vim aqui para falar dessa obra espetacular que muitos de vocês que costumam passar por aqui deveriam ler porque é realmente um aprendizado.
Você passa a ver a vida de forma diferente, passa a analisar o quanto a sua vida é boa em relação a de outras pessoas.
O primeiro contato que tive com essa história foi através do trailer em que uma amiga me mostrou quando estávamos conversando sobre histórias que marcam e quando estávamos pensando em firmar parceria e escrever algo juntas.
O trailer me marcou por demais e eu fiquei ansiosa em ver o filme e eu passei a falar disso exaustivamente com quase todas as pessoas que conheço.
Depois de assistir o filme e o achar lindo, comecei a procurar na internet mais informações do livro porque ainda não estava disponível no Brasil.
O tempo passou e eu entrei na livraria a procura de livros do gênio da Literatura Nicholas Spark e encontro na prateleira dedicada ao autor um exemplar de “Para Sempre – A história de Kim e Kricket Carpenter”.
Não pensei duas vezes e qualquer pensamento de comprar algum livro do Nicholas se esvaiu. Eu peguei o exemplar de “Para Sempre” e fui diretamente para o caixa.
Uma semana.
Foi o tempo que demorei para ler todo o livro que, apesar de ser fino, eu não tinha muito tempo para me dedicar a ele. Eu sempre o abria no caminho para o trabalho.
E, logo, no segundo capítulo, começa toda a aflição.

Livro x Filme [Contem Spoiler]

A primeira coisa que se percebe é que o filme foi uma adaptação do livro porque não é fiel ao que está escrito ali.
Vendo o filme, podemos ter uma noção do que aconteceu com o casal, do que eles enfrentaram, mas é no livro que temos a real dimensão do que aquele acidente significou na vida do casal.
E o quanto Kim foi guerreiro ao lutar não só por ele, mas por manter seu casamento com Kricket quando a mesma não fazia a mínima ideia de quem ele era.
Quer dizer, ela não tinha nenhuma lembrança de nada relacionado a ele.
Durante a leitura, em muitos momentos, Kim e Kricket falam de Deus e a impressão é de estarmos em meio a um daqueles filmes gospel norte-americanos, entretanto, não é.
É uma história de fé.
Porque em nenhum momento Kim perde a fé, embora em muitos momentos, sentimos que ele vai fraquejar em sua missão, mas sempre há alguém para puxá-lo para sua realidade.
Durante a narrativa, o personagem vai crescendo, e por muitos momentos, você fecha o livro, respira fundo, e volta para a leitura.
No filme, temos a real noção do jogo de emoções que tudo isso significou na vida de Kim.
Entretanto, existe um fato que é diferenciado no livro e no filme.
A família de Kricket.
E, só para constar, foi uma das coisas que mais me irritou.
Porque no filme a família de Kricket/Paige é realmente um problema. Eles não a apoiam em nada do que faz, enquanto no livro, são pais maravilhosos.
No filme, Kricket descobre algo bem revelador sobre o passado de seus pais, e é o que faz se reaproximar de Kim, enquanto no livro, não há exatamente uma separação do casal, embora, para Kim, talvez fosse uma possibilidade.
Recomendo a leitura por muitos motivos...
Fé.
Esperança.
Vida.
Deus.
E, acima de tudo, pela história de vida em que ambos se encontram.
De nunca desistir.

By Raquel Torres

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